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| Imagem: Reprodução Internet |
Até a vida se renova! Todos os dias milhões de células de
nosso corpo morrem e dão lugar a células novas. Assim também deve ser na
política. Temos que mudar nossos conceitos de que apenas este ou aquele é bom
em governar.
A política brasileira é tão viciosa que a cada ciclo vive de
modinhas. Um tempo foi a modinha dos políticos de carreira, outro tempo dos
empreendedores, agora a modinha é achar que quem faz parte do hall da justiça
pode governar com transparência, sem cometer erros. Ledo engano! Vejam Taques o
“Senhor Justiça”, tanto torturou governos a pagar despesas com saúde pública no
passado, mas hoje deixa acumular dezenas de decisões judiciais em desfavor de
seu governo e em favor da população mais pobre do estado. Que equidade é essa?
Um ex-promotor que mudou o discurso? Mas, Taques e suas patetadas de lado,
falemos sobre a ascensão ao paço municipal luverdense. Um grupo de empresários,
vou chamar aqui de “vinho velho” da política não quer largar o osso, custe o
que custar. Até mesmo a reputação ilibada dos “coronéis” luverdenses. Isso
mesmo, “reputação”, que para mim só existe no imaginário dos eternos mandatários
do município. Um desses coronéis na campanha passada se dizia ser amicíssimo de
Deus, creio que ao ler a oração do “Pai Nosso” na bíblia, ele se encontrava na
frase “pois é teu o poder e a glória para sempre”. É bem isso que pensam! O
osso mesmo ruído por muitos, volta a passar de boca em boca. E você amigo luverdense,
não chegou ainda a conclusão de que precisamos de “vinho novo”? Nossa cidade
não é como antigamente quando apenas dois, ou no máximo três, decidiam tudo.
Até mesmo em qual lado da cidade nós iríamos morar. Pois foi isso que aprendi
nos corredores do poder luverdense. Fui assessor dos dois últimos prefeitos do
município e foi isso que vi. Portanto, veja que Lucas do Rio Verde não é mais
odre velho, mas um odre novo, cheio de novas mentes com ideias fantásticas. Não
vamos encher nosso odre com vinagre, pois é isso que vinho velho se transforma,
azeda e estraga, pois temos vinho novo.

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