quinta-feira, 7 de abril de 2016

“Não se coloca vinho novo em odres velhos”

Imagem: Reprodução Internet
Assim início esse artigo, pois está frase do Cristianismo se aplica muito bem a política provinciana e viciada de Mato Grosso. Onde há resquício de ranço tudo o que chega perto, com o tempo, ranço se torna também.
Até a vida se renova! Todos os dias milhões de células de nosso corpo morrem e dão lugar a células novas. Assim também deve ser na política. Temos que mudar nossos conceitos de que apenas este ou aquele é bom em governar.
A política brasileira é tão viciosa que a cada ciclo vive de modinhas. Um tempo foi a modinha dos políticos de carreira, outro tempo dos empreendedores, agora a modinha é achar que quem faz parte do hall da justiça pode governar com transparência, sem cometer erros. Ledo engano! Vejam Taques o “Senhor Justiça”, tanto torturou governos a pagar despesas com saúde pública no passado, mas hoje deixa acumular dezenas de decisões judiciais em desfavor de seu governo e em favor da população mais pobre do estado. Que equidade é essa? Um ex-promotor que mudou o discurso? Mas, Taques e suas patetadas de lado, falemos sobre a ascensão ao paço municipal luverdense. Um grupo de empresários, vou chamar aqui de “vinho velho” da política não quer largar o osso, custe o que custar. Até mesmo a reputação ilibada dos “coronéis” luverdenses. Isso mesmo, “reputação”, que para mim só existe no imaginário dos eternos mandatários do município. Um desses coronéis na campanha passada se dizia ser amicíssimo de Deus, creio que ao ler a oração do “Pai Nosso” na bíblia, ele se encontrava na frase “pois é teu o poder e a glória para sempre”. É bem isso que pensam! O osso mesmo ruído por muitos, volta a passar de boca em boca. E você amigo luverdense, não chegou ainda a conclusão de que precisamos de “vinho novo”? Nossa cidade não é como antigamente quando apenas dois, ou no máximo três, decidiam tudo. Até mesmo em qual lado da cidade nós iríamos morar. Pois foi isso que aprendi nos corredores do poder luverdense. Fui assessor dos dois últimos prefeitos do município e foi isso que vi. Portanto, veja que Lucas do Rio Verde não é mais odre velho, mas um odre novo, cheio de novas mentes com ideias fantásticas. Não vamos encher nosso odre com vinagre, pois é isso que vinho velho se transforma, azeda e estraga, pois temos vinho novo.

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